Estratégias para criar um projeto de implementação do open banking

Um guia rápido para ajudar sua empresa a se preparar para o futuro do sistema financeiro.

 

A implementação do open banking está ocorrendo ao longo de 2021 e será dividida em quatro etapas para que todas as empresas sejam capazes de estruturar projetos sólidos para suas respectivas entradas na iniciativa que promete democratizar o sistema financeiro nacional.

 

Levando em consideração que ao menos 5 milhões de brasileiros irão aderir ao sistema nos próximos 12 meses, segundo matéria do Valor Econômico, preparamos esse guia sobre a implementação do open banking para que você tenha conhecimento de todos os detalhes da iniciativa. 

 

Confira os tópicos que serão abordados:

 

  • O que é preciso para fazer parte do open banking?;
  • Quais são os benefícios de abrir suas APIs para o mercado?;
  • Enriquecimento de dados é a chave para o sucesso;
  • Conheça cada uma das fases do open banking;
  • A Quanto quer ser a parceira do seu negócio nessa nova era.

 

O que é preciso para fazer parte do open banking?

 

Como apontado por Diogo Silva, do Banco Central, na live Open Banking: entenda o passo a passo para cadastro no ecossistema, as instituições financeiras dos segmentos S1 e S2 foram obrigadas a se cadastrar na iniciativa e disponibilizar suas APIs até o dia 15 de janeiro para que estejam prontas para atuar junto ao open banking a partir de sua 1ª fase, iniciada no dia 1º de fevereiro.

 

Já os demais agentes dos setores bancário e financeiro devidamente autorizados a funcionar pelo BC, como fintechs e outras instituições do segmento, poderão optar por entrar na iniciativa – disponibilizando suas APIs – quando se sentirem confortáveis para participar.

 

Quais serão os 3 casos de compartilhamento de dados na 1ª fase do open banking?

 

Poderão participar do open banking logo na 1ª fase os seguintes agentes do setor:

 

  • Instituições de iniciação e de transição de pagamento
  • Instituições detentoras de contas
  • Instituições de Operação de Crédito

 

Confira quais serão os 3 tipos de compartilhamento de dados:

 

1º Caso – Compartilhamento de dados (Instituições do S1 e S2 que prestam serviços e oferecem produtos relacionados ao escopo de trabalho do open banking têm participação obrigatória nessa fase. 

 

No entanto, empresas que não fazem parte desse grupo de instituições podem participar de maneira voluntária desde que disponibilizem suas interfaces e se registrem no diretório de participantes);

 

2º Caso – Compartilhamento de informações de iniciação de transição de pagamento e/ou de contas (Todas as instituições que possuem contas de depósito à vista, de poupança ou de pagamento de livre movimentação pré-paga por parte dos clientes);

 

3º Caso – Compartilhamento de informações sobre propostas de operação de crédito (Embora a regulamentação atual sobre esse tema seja focada em prestação de serviços em ambiente físico, a tendência é de que seja encaminhada uma proposta de regulamentação por meio eletrônico para operações dessa natureza).

 

Quais são os benefícios de abrir suas APIs para o mercado?

 

Primeiramente, é preciso levar em consideração que as APIs existem com o objetivo de simplificar rotinas ao permitir o compartilhamento de informações entre sistemas. As desenvolvidas para o setor financeiro buscam auxiliar na automação de processos que envolvem tanto empresas quanto clientes.

 

As APIs de pagamento, por exemplo, são capazes de reconhecer informações pessoais, permitindo a transferência de valores em ambientes 100% criptografados – o que garante a segurança de todos os envolvidos na movimentação.

 

Uma transação corriqueira como o pagamento da fatura do cartão de crédito é, portanto, realizada por meio de uma API conectada aos sistemas das instituições financeiras que participam dessa transação. No caso, a empresa que irá receber o valor e o banco onde o usuário possui conta.

 

Neste cenário, você pode desenvolver internamente uma API para se conectar ao open banking e usufruir de todas as vantagens proporcionadas pela iniciativa ou fazer o outsourcing desse processo por meio de uma empresa do setor já familiarizada com os desafios desse novo momento do sistema financeiro.

 

Enriquecimento de dados é a chave para o sucesso

 

Iniciativas como o open banking estão transformando diariamente o mercado financeiro – principalmente na forma como as empresas do setor ofertam novas soluções para os clientes com base no uso de dados.

 

As empresas agora são capazes de estudar seu público-alvo e identificar seus desejos e suas necessidades com base nesse fluxo de informações. Dessa forma, os investimentos com a prospecção e retenção de clientes passaram a ser mais precisos. 

 

Além disso, essas mesmas empresas podem agora desenvolver experiências mais personalizadas para os consumidores, pois as informações geradas são analisadas de forma a prever o comportamento dos usuários – estratégia que age de forma positiva no lançamento de produtos com maior aceitação por parte do público.

 

Nos bastidores, o uso de big data no setor financeiro promove a atualização constante de sistemas e de softwares utilizados pelas empresas, podendo identificar erros com um simples cruzamento de dados e transmitindo maior confiança para os usuários.

 

Conheça cada uma das fases do open banking

 

Dividida em 4 momentos distintos que se iniciaram a partir do dia 1º de fevereiro de 2021, a implementação do open banking no Brasil ocorrerá da seguinte forma:

 

1ª Fase – Disponibilização de informações completas sobre produtos, serviços e canais de atendimento ligadas a contas, poupanças, linhas de crédito e pagamentos para a consulta de terceiros.

 

2ª Fase (Até Julho de 2021) – Compartilhamento de informações cadastrais e transações relacionadas aos serviços e produtos de clientes e representantes que aderiram à primeira fase. Nesse caso, o compartilhamento desses dados só pode acontecer mediante a autorização dos usuários.

 

3ª Fase (até Agosto de 2021) – Introdução do serviço de compartilhamento e transação de pagamentos entre empresas que participam do open banking e realizaram as duas primeiras fases.

 

4ª Fase (Até Dezembro de 2021) – Expansão final das modalidades de serviços com a inclusão de investimentos, previdência, seguros e operações de câmbio que poderão ser disponibilizados pelas empresas participantes e acessados pelos usuários.

 

A Quanto quer ser a parceira do seu negócio nessa nova era

 

Confira alguns dos serviços que oferecemos aos nossos clientes que desejam fazer parte dessa revolução do sistema financeiro:

 

  • Redução do risco de fraudeAtravés dos dados de cadastro, os parceiros poderão consultar CPF, nome completo, endereço, e-mail e telefone registrados na conta bancária do usuário. 

 

  • Avaliação e monitoramento de comportamento financeiroA API de Conta Corrente da Quanto fornece até 18 anos de transações categorizadas para que as instituições possam monitorar o comportamento financeiro de seus usuários.

 

  • Receita total dos clientesA inteligência fornecida pela Análise de Renda traz informações importantes como salário, fontes de renda informal e variabilidade de receita dos clientes de nossos parceiros.

 

  • Visão completa da renda comprometidaOs parceiros da Quanto são capazes de consolidar gastos de cartão de crédito com os pagamentos em conta corrente para que tenham uma visão completa dos gastos de seus clientes.

 

  • Panorama sobre os investimentosCom a plataforma da Quanto, é possível entender o perfil de investimento dos consumidores, o saldo em poupança e até mesmo seus rendimentos obtidos.

 

  • Disponibilidade de crédito aos usuáriosA ferramenta ‘Disponibilidade de Crédito’ ajuda nossos parceiros a entenderem as opções que seus clientes possuem no mercado com base em sua credibilidade.

 

Descubra como a Quanto pode ajudar o seu negócio! Envie um e-mail para comercial@contaquanto.com.br, tire suas dúvidas e torne-se nosso parceiro hoje mesmo!