Open Banking

Open Banking deve ampliar opções de acesso a crédito

A dinâmica por trás da ampliação de acesso a crédito com o Open Banking é muito simples. Hoje, as pessoas precisam ir atrás de diferentes instituições para encontrar o serviço ou condições que mais se adequam ao que precisam. Mas com a chegada do sistema financeiro aberto - mais precisamente a partir do dia 15 de julho, quando começará a segunda fase de implementação do Open Banking no Brasil - a relação entre quem precisa de crédito e quem o concede poderá mudar. Isso porque será possível contar com um correspondente para ter acesso a crédito.  


O papel do correspondente no Open Banking


Correspondente é uma instituição que, em parceria com diferentes financeiras e empresas de crédito, fará o intermédio entre ofertas e pessoas, reunindo numa única plataforma diversas opções de serviços e condições de crédito. Com o consentimento dos usuários, o correspondente poderá acessar o histórico financeiro das pessoas e, assim, reunir informações para moldar ofertas de crédito adequadas ao perfil financeiro delas.


Abrir os dados financeiros para receber melhores ofertas

 

Vem daí o termo open de Open Banking. Open é a possibilidade de abrir e compartilhar dados financeiros, antes restritos apenas às instituições às quais tínhamos algum tipo de relacionamento. No contexto do Sistema Financeiro Aberto, todas as instituições financeiras participantes podem, após o consentimento das pessoas, ter acesso ao histórico financeiro para trabalhar propostas que atendam melhor às necessidades do momento.

 

Gestão de consentimento e segurança

 

Os próprios usuários definirão com quem querem ou não compartilhar seus dados financeiros. Já o correspondente terá como dever entregar todas as propostas que foram passadas pelas instituições selecionadas, ampliando as opções de acesso a crédito com ofertas personalizadas. Tudo isso, em um ambiente seguro e transparente, como disse Ricardo Taveira, CEO e fundador da Quanto, em entrevista para o Estadão. “Você terá uma comunicação muito clara sobre: quem tem acesso? Acesso ao quê? Para qual propósito?”. E, claro, uma vez dado o consentimento, sempre será possível revogá-lo. 


Veremos como será a partir de 15 de julho, data que promete iniciar uma revolução no sistema bancário do Brasil. Quais serão os desafios e as oportunidades da segunda fase do Open Banking? Fizemos um webinar falando sobre isso.