Open Banking

Qual é a relação entre open banking e pagamentos instantâneos (Pix)

O Pix e o open banking são iniciativas do Banco Central para tornar o sistema financeiro mais ágil e transparente. Saiba como funcionará a integração eles.

 

No mês de novembro de 2020 o Banco Central deu início à primeira grande iniciativa da agenda que promete trazer mais agilidade e transparência para o Sistema Financeiro Nacional - o Pix, sistema de pagamentos instantâneos lançado no dia 16. O próximo passo é o open banking, terá sua primeira de quatro fases vigorando a partir do dia 1 de fevereiro de 2021.

 

Esse artigo trará informações sobre as duas iniciativas e explicará qual é a ligação entre elas. Além disso, você também irá aprender:

 

  • Um panorama sobre a Agenda BC+;
  • Motivações do BC para desenvolver um sistema de pagamento instantâneo;
  • O papel da Quanto como agente regulador.

 

Boa leitura!



O que é Pix?

 

O Pix é o novo sistema de pagamentos instantâneos que substituirá gradualmente o uso da DOC e da TED, as formas mais populares de transferência entre os consumidores.

 

Essa revolução se deve ao fato de que a nova tecnologia tornará possível realizar pagamentos e transferências em menos de 10 segundos e eles poderão ser feitos a qualquer hora do dia e em qualquer dia da semana – um enorme diferencial aos métodos convencionais que dependem do horário de funcionamento dos bancos para serem realizados.

 

Qual é a relação entre o pix e o open banking

 

Ao passo que o pix trará maior comodidade e agilidade para o setor de pagamentos, estimulando o consumo e a otimização do Sistema Financeiro, o open banking trará maior liberdade aos consumidores que terão total autonomia sobre seus dados pessoais e bancários, podendo escolher produtos financeiros de acordo com suas realidades e necessidades.

 

Ambas as iniciativas fazem parte de um plano maior do Banco Central chamado Agenda BC+, que propõe a transparência da agenda de trabalho da instituição ao divulgar informações detalhadas sobre as ações desenvolvidas em curto, médio e longo prazo com o objetivo de democratizar o SFN (Sistema Financeiro Nacional).

 

Um panorama sobre a estrutura da Agenda BC+

 

A Agenda BC+ contempla uma estratégia sustentável de otimização e modernização das ações do Banco Central. Confira essa estrutura divida em 4 grandes pilares:

 

  • Mais Cidade Financeira: Aumentar a inclusão e a educação da população brasileira no Sistema Financeiro; Prover maior segurança ao consumidor; Aprimorar a comunicação entre instituições e clientes.

 

  • Legislação Mais Moderna: Tornar mais forte o ambiente institucional em defesa da estabilidade financeira; Implantar a autonomia operacional e técnica; Modernizar as leis que regulam o BC.

 

  • SFN Mais Eficiente: Criar estratégias de crescimento sustentável do Sistema Financeiro; Simplificar regras e procedimentos do BC; monitorar os impactos das inovações tecnológicas; Aprimorar a relação entre bancos e empresas ligadas ao SFN e seus clientes.

 

  • Crédito Mais Barato: Diminuir os custos de quem busca adquirir crédito; Reduzir a inadimplência; Aumentar a competitividade entre bancos; Estimular o equilíbrio na alocação de crédito entre as instituições.

 

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Por que o BC propôs o sistema de pagamento instantâneo?

 

Segundo o próprio Banco Central, o novo sistema irá estimular a competitividade e a eficiência do mercado de formas de pagamento – o que tende às empresas do setor que desenvolvam produtos mais inovadores, de maior qualidade e menor custo para o consumidor.

 

Além disso, a iniciativa busca eletronizar o setor, promover a inclusão financeira dos usuários, preencher lacunas deixadas pelas opções de pagamento tradicionais e garantir a segurança de cada transação bancária.

 

O open banking como agente regulador

 

Com as regras da regulamentação do open banking que entram em vigência no país a partir de fevereiro de 2020, as maiores instituições financeiras do país devem abrir obrigatoriamente suas APIs e permitir que seus clientes possam optar por fornecer seus dados bancários – antes em posse exclusiva dessas instituições – aos demais players do mercado, sejam estes fintechs ou outros bancos nos quais o cliente não necessariamente tem vínculo bancário.  

 

A utilização de APIs com o objetivo de permitir fluxos de dados, ao mesmo tempo que benéfica para todos no sistema financeiro, apresenta novos desafios em termos de segurança. 

 

O papel da Quanto nessa revolução

 

A Quanto é uma plataforma de open banking que viabiliza a qualquer instituição financeira o acesso aos dados bancários - sempre com a permissão do usuário. Dessa forma, é desenvolvido um trabalho constante de monitoramento que começa na cultura de responsabilidade e colaboração de cada uma dessas empresas.

 

A plataforma da Quanto é protegida por rígidos controles que envolvem a definição de protocolos, percepção e correção de falhas, disponibilidade de informações claras sobre o uso de dados e auditorias. Tudo em consonância com cada uma das etapas do compartilhamento de dados que ocorrem da mesma forma que uma autorização de “login”, como ocorre em outros inúmeros serviços que você já está familiarizado – o consentimento após a leitura dos termos, a autenticação por meio da identificação e a confirmação (ou aceite) de adesão do serviço.

 


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