Open Banking

[eBook] Pesquisa da Quanto sobre principalidade e Open Banking

A Quanto, em parceria com a Aster Capital, fez uma pesquisa para entender, dentre outras questões, o que motiva os brasileiros a escolherem seus bancos. Intitulada "Principalidade e Open Banking: mudanças de dinâmica nas instituições financeiras dos brasileiros", a pesquisa teve 2 mil respondentes e mapeou os principais fatores que permeiam as decisões e perfil dos brasileiros que possuem contas bancárias. 

 

Vale esclarecer que, aqui, entende-se como principalidade o reconhecimento do cliente como sua principal instituição financeira. A pesquisa levantou, por exemplo, que os brasileiros têm, em média, mais de três contas em instituições financeiras, o que nos faz perguntar: tendo em vista o rápido avanço do Open Banking no Brasil, quais são os fatores que definem ou contribuem para tornar um banco principal ou secundário na vida das pessoas?

 

Destaques da pesquisa sobre principalidade e Open Banking 

 

Compartilhando dados para obter melhores taxas

Na pesquisa, 65% dos entrevistados se mostraram dispostos a compartilhar dados para obter melhores taxas, o que reforça a tese de que os brasileiros têm maior propensão a adotar o Open Banking quando os benefícios são claros, a exemplo de melhores taxas de juros.

 

Média de 3,5 contas abertas por pessoa

Descobrimos que por trás desse número de 3,5 contas abertas por pessoa está a busca por diferentes tipos de serviços. Exatamente por isso, entender a dinâmica da principalidade acaba sendo muito importante para as instituições financeiras. Afinal, ao se tornar uma conta mais relevante para o usuário, ele acaba sendo também mais rentável para o negócio.

 

Conta Salário pesa na balança da principalidade

Esse é um dos dados mais curiosos da pesquisa. Porque apesar da Conta Salário pesar na definição do principal banco entre a média de 3,5 contas abertas, esse único benefício não se sustenta por si só e, se não está atrelado a outros serviços, pode até mesmo levar ao fechamento da conta nos casos de Bancos Tradicionais. 

 

Experiência é o ponto-chave e se traduz em volume de dinheiro guardado

Existe uma correlação positiva entre número de contatos médios afirmados pelo usuário e a proporção do seu dinheiro guardado no banco. Isso sugere que, quanto melhor a experiência do usuário, maior a quantidade de serviços utilizados e, consequentemente, maior também é o volume de dinheiro guardado naquele banco.

 

Open Banking e mudanças a caminho

 

Com o avanço do Open Banking no Brasil, entender o que rege a principalidade é fundamental. Hoje, os usuários possuem, em média, 3,5 contas abertas porque contratam serviços diferentes em bancos diferentes. Mas isso deve mudar muito em breve. Com o Open Banking, haverá a possibilidade de, com uma única conta, os usuários contratarem diferentes serviços de diferentes bancos ou instituições financeiras.

 

Ou seja, quanto antes a sua instituição se posicionar como o principal banco dos usuários, melhor para a retenção de clientes quando o mercado financeiro aberto estiver consolidado. E a Quanto pode ajudar a sua empresa nessa missão. 

 

"Nosso foco na Quanto é reduzir a assimetria de informação e diminuir as barreiras de troca presentes no mercado financeiro através do compartilhamento de dados. Pelo estudo, observamos que o brasileiro está disposto a compartilhar dados visando benefícios reais, reforçando nossa tese que o Open Banking no Brasil deve promover mudanças ainda maiores do que o que vimos na Europa ou nos Estados Unidos", destaca Victoria Amato, CBO da Quanto.


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