Open Banking

Quanto recebe US$ 15M em rodada de investimentos liderada por Bradesco e Itaú Unibanco

Com uma história que se mistura com a do próprio open banking no Brasil, a Quanto atua desde 2016 no desenvolvimento de um ambiente seguro para que todo o sistema financeiro possa oferecer novos produtos e serviços de qualidade para seus consumidores com surgimento das novas regras.

 

Com essa premissa clara, combinada ao seu pioneirismo, a fintech despertou os olhares de alguns dos maiores players do mercado - que veem na Quanto um conector para o futuro do open banking no setor financeiro. O resultado disso foi a primeira rodada de investimentos organizada pela própria Quanto que levantou um total de US$ 15 milhões em equity e dívida conversível, e que foi liderada por Bradesco e Itaú Unibanco, contando com a participação de fundos de renome como Kaszek Ventures e Coatue - este em seu primeiro investimento na América Latina. 

 

A participação do Bradesco foi realizada por meio do fundo Inovabra Ventures e a participação do Itaú Unibanco, feita diretamente, foi aprovada pelo Banco Central. Todos os investidores entram com participação minoritária e o fundador e CEO da Quanto, Ricardo Taveira, segue no controle da operação.

 

Investimento em open banking mostra interesse em novo modelo para o sistema financeiro do Brasil

 

Hoje, vivemos uma realidade onde 80% de todos os ativos bancários estão concentrados nas cinco grandes instituições financeiras no Brasil, segundo dados do Banco Central. Com a chegada das fintechs, ficou claro que esse desequilíbrio não será balanceado apenas pela entrada de novos concorrentes. Afinal, a maior parte do histórico financeiro dos brasileiros está com esses cinco principais bancos e, sem ter acesso a essas informações, grande parte do mercado têm dificuldade de levar seus produtos para mais pessoas. 

 

Foi pensando em resolver esse problema de assimetria de informação, que o Banco Central apostou no open banking como a solução necessária para transformar o mercado em um ambiente mais democrático e competitivo.

 

“A missão da Quanto de trazer mais equilíbrio aos serviços financeiros é extremamente necessária tanto no Brasil quanto de maneira geral na América Latina, e estamos empolgados de poder apoiá-los para atingir esse objetivo”, disse Santiago Fossatti, sócio da Kaszek Ventures.

 

“Tivemos a sorte de investir em uma série de plataformas fintech que mudaram o mercado nos EUA e acreditamos que a Quanto vai também moldar de forma semelhante o mercado na América Latina. Oopen banking nivelou o campo de atuação para marcas, fintechs e bancos, e a Quanto já está possibilitando uma aceleração no ritmo de inovação em serviços financeiros. Estamos entusiasmados com a parceria com Ricardo e a equipe da Quanto para construir esta plataforma ”, acrescenta Michael Gilroy, General Partner da Coatue.

 

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O ecossistema bancário chancela o open banking como o modelo do futuro

 

Prova definitiva de que a Quanto está no caminho certo e o open banking veio para ficar reside no fato de a empresa atraiu dois dos maiores bancos do mundo para sua rodada de investimentos: Bradesco e Itaú Unibanco. 

 

Para esses players, a parceria de uma plataforma de open banking como a Quanto tem como propósito a  mediação no compartilhamento de informações. De acordo com o primeiro ato da regulamentação proposta pelo Banco Central e com início previsto para dia 30 de Novembro, os maiores bancos do país devem estar com sua operação já em acordo com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e serão referência para o que está por vir na expansão do open banking para as demais instituições participantes e para o consumidor.

 

Prazo para a regulamentação do open banking no Brasil

 

Organizada em quatro fases, que tem previsão de terminar em 2021, a implantação doopen banking começará com a disponibilização total das APIs dos principais bancos do país, classificados como Segmento 1 (Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Santander, Caixa e BTG Pactual) e Segmento 2 (Banrisul, Citibank, Safra, Banco do Nordeste, Credit Suisse, BNDES, Votorantim, e ABC).

 

A Fase 1 é uma demanda obrigatória do BC para o início da “Era open banking”, pois disponibiliza informações completas sobre produtos, serviços e canais de atendimento ligados a contas, poupanças, linhas de crédito e pagamentos para a consulta de terceiros. 

 

Mas, de acordo com a regulação, essa é a uma via de mão dupla. Se quiserem ter acesso a esses dados dos grandes bancos, instituições de menor porte (desde bancos menores a fintechs e demais soluções financeiras) também precisam disponibilizar dados bancários compartilhados por seus clientes. Isso tudo, é claro, sempre com o consentimento dos próprios clientes, que passam agora a ter controle total sobre quem acessa seus dados bancários.

 

O próximo capítulo do open banking

 

A tecnologia da Quanto avança em relação ao modelo global de open banking ao permitir a distribuição de produtos financeiros através da mesma plataforma de APIs. Seu modelo de negócio facilita o acesso a melhores opções financeiras em um fluxo único, seguro e livre de burocracias. 

 

É possível, por exemplo, que o cliente tenha acesso a crédito a juros baixos e taxas competitivas sem a necessidade de responder uma série de formulários e burocracias - apenas compartilhando, com facilidade e segurança, seus dados bancários com credores de sua confiança por meio de um único login. “Na Quanto, nós fornecemos os trilhos para que bancos e fintechs possam competir e, no fim, quem ganha é o consumidor”, resume Ricardo Taveira, fundador e CEO da Quanto.

 

 

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